quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Filo - História da Arte (Do mundo Clássico ao Renascimento).

Por Patrícia Carvalho Pinheiro

ARTE CLÁSSICA
A historia da arte Clássica é a arte e cultura dominante na Grécia antiga, entre o séc. VI e séc. IV a.C., que se estenderia pela influencia exercida na Roma antiga. Com uma sociedade menos ligada a religião, a arte que antes era encomendada para representar os deuses, encontra uma forma de ligar os homens aos deuses.
A arte Clássica grega criou uma grandeza estética e seu sistema de proporções ideais marcaram a civilização ocidental. A arte Clássica grega entra em decadência no séc. I a.C., com a arte romana tomando seu lugar. É claro que a arte romana sofreu muita influência da arte grega, mas a arte romana também criou suas própria características, como a pintura nas paredes e os estilos arquitetônicos toscano e composto.
- Os gregos antigos se destacaram muito no mundo das artes. As esculturas, pinturas e obras de arquitetura impressionam, até os dias de hoje, pela beleza e perfeição.
- Os artistas gregos buscavam representar, através das artes, cenas do cotidiano grego, acontecimentos históricos e, principalmente, temas religiosos e mitológicos. As grandes obras de arquitetura como os templos, por exemplo, eram erguidos em homenagem aos deuses gregos.

A arquitetura grega antiga pode ser dividida em três estilos:
1 – Coríntio -  pouco utilizado pelos arquitetos gregos, caracterizava-se pelo excesso de detalhes. Os capitéis
as colunas eram, geralmente, decorados com folhas.
2 – Dórico - estilo com poucos detalhes, transmitindo uma sensação de firmeza.
3 – Jônico - este estilo transmitia leveza, em função dos desenhos apresentados, principalmente nas colunas das construções. Outra característica deste estilo era o uso de base circular.

LITERATURA
As obras da literatura grega antiga são datadas entre o séc. VIII a.C. e o séc. IV d. C., ou seja, aproximadamente 1200 anos de tradição literária ininterrupta. Dividida em 3 fases: ARCAÍCA, CLÁSSICA, HELENÍSTICA.

1) Período Arcaico (séc. VIII-VI a.C.)
No período arcaico da história grega aparecem dois importantes gêneros literários, que terão continuidade até os dias de hoje, a poesia épica e a poesia lírica.
A Poesia Épica (séc. VIII a.C): se conservam nela reminiscências que remontam à Guerra de Tróia e à época micênica (séc. XII a.C.). É poesia épica a epopéia homérica, representada nos dois poemas atribuídos a Homero, a Ilíada e Odisséia.
Tradicionalmente vinculada a poesia épica está também a Teogonia, de Hesíodo, e seu poema didático, Os Trabalhos e os Dias.
- A Poesia "Lírica" (séc. VII e VI a.C.): Representada por autores como Alceu, Safo, Estesícoro, Alcmano, etc...
Surge junto com a filosofia dos pré-socráticos (Tales, Heráclito, Parmênides, Demócrito, etc...).
Os textos de filosofia são as primeira obras em prosa que temos dos gregos, embora alguns filósofos também utilizassem a poesia. A poesia era a única forma de expressão literária.

2) Período Clássico (séc. V-IV a.C.)
Tradicionalmente o período é delimitado por dois acontecimentos marcantes. Se inicia em 480 a.C., com a vitória dos gregos sobre os persas. E finaliza em 338 a.C., com Filipe da Macedônia, o pai de Alexandre, conquistando Atenas.
- séc. V a.C.: O chamado "Século de Péricles", quando Atenas é a mais importante cidade e grande centro cultural da Grécia.
Temos nas letras o desenvolvimento do Teatro, dentro do qual se destaca a tragédia, com os três grandes autores, Ésquilo, Sófocles, Eurípides, e da História, com Heródoto e Tucídides.
- séc. IV a.C: É quando surge a filosofia de Platão e Aristóteles, a Comédia chega ao seu ápice com Aristófanes e a Oratória ganha destaque com Ésquines e Demóstenes.

3) Período Helenístico (338 a.C - 30 a.C) e Greco-Romano
Se inicia com a hegemonia macedônica sobre a Grécia, devido as conquistas de Alexandre, o Grande. Outros centros de atividade, como Alexandria e Pérgamo, substituem Atenas.
Novos gêneros são criados, como a novela. Roma conquista a Grécia e recebe sua influência, que transmite para o mundo, especialmente nas regiões orientais.
Autores como Apolodoro (mitógrafo), Menandro (comediógrafo), Calímaco (poeta lírico), são representativos dessa época. 
A épica ressurge com Apolônio de Rodes, autor da Argonautica. É nesse período que, primeiro, o Velho Testamento é traduzido do hebraico para o grego e, mais tarde, o Novo Testamento é escrito em grego koiné, um dialeto derivado do grego ático.


PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA ARTE CLÁSSICA: CRIATIVIDADE, PARTICULARIDADE, UNIVERSALIDADE
1º) CRIATIVIDADE: uma extraordinária capacidade de invenção, de descoberta, de renovação. Nela se vê surgir muitos gêneros literários novos: lírica, tragédia, comédia, história, filosofia, biografia, novela. Esta capacidade criativa paradoxalmente aparece em uma região muito pequena, à margem das grandes civilizações orientais, como o Egito e a Pérsia. Portanto, esta literatura que hoje chamamos de "clássica" não foi nada estável ou imóvel em sua época.
2º) PARTICULARIDADE: uma literatura fortemente ancorada na vida coletiva grega. O autor é antes de tudo um membro de sua comunidade, e mais tarde, um cidadão de sua cidade, e cria para ela. A vida política está fortemente presente nas obras da literatura grega, e por esse motivo sempre devemos nos ocupar do seu contexto histórico.
3º) UNIVERSALIDADE: a pesar dessa particularidade, a literatura grega antiga apresenta um aspecto mítico, no sentido de tocar em temas fundamentais da existência humana. Sua força simbólica continuou agindo sobre leitores distantes no tempo e no espaço, pois levanta questões que transcendem os limites da sua particularidade. Os mitos gregos tem ligações com experiências e sentimentos pré-históricos e que constituem patrimônio de toda a Humanidade. É uma das portas a este fundo humano e, se não é a única via de acesso a esta experiência ancestral, já que temos as vias da literatura oriental ao seu lado, é a mais bem documentada. Em toda obra grega encontramos questões que transcendem os limites do tempo e do espaço, como Morte/Vida, Família, Sexualidade, Indivíduo/Coletividade, Dor/Prazer, Violência/Paz, etc...


A ARTE MEDIEVAL
TEOCENTRISMO = Deus como centro
O homem via Deus como centro do universo e praticamente toda a produção artística era religiosa. A arquitetura, pintura e as esculturas representavam cenas bíblicas, anjos e santos.

A LITERATURA MEDIEVAL
Introdução
Uma das principais características da literatura na Idade Média é a importância dada aos temas religiosos. Os textos e livros eram escritos principalmente por monges e integrantes do alto clero (bispos, arcebispos, papa). Como a maioria da população não sabia ler na Idade Média, esta literatura ficava restrita aos integrantes do clero e membros da nobreza.
Principais características da Literatura Medieval:
- Abordagem de temas religiosos: vida de santos, alma humana, moral cristã, existência de Deus, passagens da Bíblia Sagrada, interpretações religiosas de aspectos cotidianos, etc.
- Influência da filosofia grega, principalmente dos filósofos Aristóteles e Platão. 
- Textos escritos em latim.
- Livros feitos à mão e copiados (reproduzidos) pelos monges copistas. 
- Usavam o pergaminho para escrever os textos.
- Os livros eram ilustrados com iluminuras (desenhos feitos nas margens).
- A partir do século XII começam ser escritos textos relatando feitos heroicos, guerras e batalhas, Cruzadas e a vida dos cavaleiros medievais. Neste contexto, destaca-se o Ciclo Literário Arturiano, que se refere ao Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda.
Trovadorismo
O trovadorismo foi a primeira manifestação literária da língua portuguesa. Surgiu no século XII e destacou-se pelas cantigas de amor, de escárnio, de maldizer e de amigo. Os mais importantes trovadores deste período foram: Paio Soares de Taveirós, Dom Dinis e Dom Duarte. 
Principais escritores medievais:
 - Boecio
- Geoffrey Chaucer
- Giovanni Boccaccio
- Santo Agostinho
- São Tomás de Aquino
- Paio Soares de Taveirós
- Dante Alighieri


O ESTILO GÓTICO
Os séculos XI e XII são séculos de mudanças sociais, políticas e económicas que em muito vão fazer despoletar as necessidades de uma expressão artística mais adequada às novas premissas sociais.
O comércio está em expansão e a Flandres, como centro das grandes transações comerciais, leva ao desenvolvimento das comunicações e rotas entre os diversos povos e reduz as distâncias entre si, facilitando não só o comércio de bens físicos, como também a troca de ideais estéticos entre os países. A economia prospera e nasce um novo mundo cosmopolita que se alimenta do turbilhão das cidades em crescimento e participa de um movimento intelectual em ascensão.
Paralelamente assiste-se ao crescimento do poder político representado pelo monarca e à solidificação do Estado unificado, poderosa entidade que vai aspirar a algo que lhe devolva a dignidade e a glória de outros tempos e que ajude a nação a apoiar a imagem do soberano .
A igreja, por seu lado, vai compreender que os fiéis se concentram nas cidades e vai deixar de estar tão ligada à comunidade monástica, virando-se agora para o projeto do que será o local por excelência do culto religioso, a catedral. Ao contrário da construção humilde e empírica do românico, a construção religiosa gótica abre portas a um espaço público de ensinamento da história bíblica, de grandiosidade, símbolo da glória de Deus e da igreja, símbolo do poder económico da burguesia, do estado e de todos os que financiaram a elevação do emblema citadino.
Quando a nova estética se expande além das fronteiras francesas, a sua origem vai ser a base para a sua designação, art français,francigenum opus (trabalho francês) ou opus modernum (trabalho moderno). Mas vai ser só quando o Renascimento toma o lugar da linguagem anterior que os novos valores vão entrar em conflito com os ideais góticos e o termo actual nasce. Na Itália do século XVI , e sob a fascinação pela glória e cânones da antiguidade clássica, o termo gótico vai ser referido pela primeira vez por Giorgio Vasari, considerado o fundador da história da arte. Aos olhos deste autor e dos seus contemporâneos, a arte da Idade Média, especialmente no campo da arquitetura, é o oposto da perfeição, é o obscuro e o negativo, relacionando-a neste ponto com os godos, povo que semeou a destruição na Roma Antiga em 410. Vasari cria assim o termo gótico com fortes conotações pejorativas, designando um estilo somente digno de bárbaros e vândalos, mas que nada tem a ver com os antigos povos germânicos (visigodos e ostrogodos).
Somente alguns séculos mais tarde, durante o romantismo nas primeiras décadas do século XIX, vai ser valorizada a filosofia estética do gótico. A arte volta-se novamente para o passado, mas agora para o período misterioso e desconhecido da Idade Média. Goethe, também fascinado pela imponência das grandes catedrais góticas na Alemanha, vai acabar por ajudar ao impulso desta redescoberta da originalidade do período gótico, exprimindo as emoções que lhe são despertas ao admirar os gigantes edifícios de pedra.
Neste momento nasce o neogótico que define e expande o gosto pela utilização de elementos decorativos góticos e que reconhece pela primeira vez as diferenças artísticas que separam o estilo românico do gótico.

O BARROCO
O barroco se desenvolve no seguinte contexto histórico: após o processo de Reformas Religiosas, ocorrido no século XVI, a Igreja Católica havia perdido muito espaço e poder.
Mesmo assim, os católicos continuavam influenciando muito o cenário político, econômico e religioso na Europa.
A arte barroca surge neste contexto e expressa todo o contraste deste período: a espiritualidade e teocentrismo da Idade Média com o racionalismo e antropocentrismo que culminaria no Renascimento.
O barroco foi uma tendência artística que se desenvolveu primeiramente nas artes plásticas e depois se manifestou na literatura, no teatro e na música. O berço do barroco é a Itália do século XVII, porém se espalhou por outros países europeus como, por exemplo, a Holanda, a Bélgica, a França e a Espanha. O barroco permaneceu vivo no mundo das artes até o século XVIII. Na América Latina, o barroco entrou no século XVII, trazido por artistas que viajavam para a Europa, e permaneceu até o final do século XVIII.
Barroco = A palavra deriva do espanhol Barueco, que significa pérola irregular.
O Barroco brasileiro foi totalmente influenciado pelo barroco português.
A grande produção artística barroca no Brasil ocorreu nas cidade auríferas de Minas Gerais, no chamado século do ouro (século XVIII). Estas cidades eram ricas e possuíam um intensa vida cultura e artística em pleno desenvolvimento.
O principal representante do barroco mineiro foi o escultor e arquiteto Antônio Francisco de Lisboa.
Sua obras, de forte caráter religioso, eram feitas em madeira e pedra-sabão, os principais materiais usados pelos artistas barrocos do Brasil. Podemos citar algumas obras de Aleijadinho:
Durante os séculos XV e XVI intensificou-se, na Europa, a produção artística e científica. Esse período ficou conhecido como Renascimento ou Renascença.


RENASCIMENTO
As conquistas marítimas e o contato mercantil com a Ásia ampliaram o comércio e a diversificação dos produtos de consumo na Europa a partir do século XV. Com o aumento do comércio, principalmente com o Oriente, muitos comerciantes europeus fizeram riquezas e acumularam fortunas. Com isso, eles dispunham de condições financeiras para investir na produção artística de escultores, pintores, músicos, arquitetos, escritores, etc.
Neste período, era muito comum as famílias nobres encomendarem  pinturas (retratos) e esculturas junto aos artistas... Leonardo, Michelangelo, Rafael e Donatello.
O período do Renascimento Cultural ou Renascença marca a divisória entre a Idade Média, a dita "era das trevas", da "idade da luz", que seria a Idade Moderna. Embora costuma-se ler nos livros de história do ensino médio e fundamental, que o Renascimento fora uma época que abarcou os séculos XV e XVI, alguns historiadores preferem dizer que na realidade o Renascimento não durou um século em si, mas fora um processo que iniciou-se por volta do final do século XIII e se estendeu até os fins do século XVI ou em alguns casos até mesmo nos idos do século XVII. De qualquer forma, este recorte temporal que abrange mais de três séculos, não perfaz um progresso contínuo, essencialmente a renascença fora de caráter profundamente local, ficando quase que restrita as cidades italianas, fato este que se elaborarmos uma lista simples de dez artistas renascentistas, pelos menos oito serão italianos ou os próprios dez serão italianos. Isso não significa que a influência artística do renascimento não se espalhou por outras terras, ela se espalhou mas, de forma lenta e não gradativa.
O movimento surgiu nas cidades-estados italianas e, graças a seus humanistas e artistas, matemáticos e engenheiros, banqueiros e homens de negócios, a península itálica foi vanguarda dessa revolução cultural que dali se estendeu para o resto da Europa.
Locais como a França, Espanha, Alemanha, Países Baixos, e posteriormente, Portugal e Inglaterra, foram as nações que tiveram influencia dos ideais artísticos e culturais dos italianos. Mas isso não foi algo que ocorreu num dia para o outro, houve em alguns lugares rejeições a este ideal artístico, alguns dos motivos serão visto mais a frente, e m outros casos, a falta de recursos, de mecenas para patrocinar estes artistas era um problema que não levava a ida destes artistas para estes locais, os quais preferiam viver nas cidades italianas, em contra partida, os artistas destas outras nações que queriam seguir estes ideais, tinham que ir estudar na Itália ou até mesmo viver nesta.
Fatores importantes para compreender o contexto da Renascença: primeiro, as cidades italianas foram as precursoras e difusoras do renascimento, mas para que isso viesse acontecer muito teve que ocorrer. Antes das cidades começarem a se revigorar no século XIII, os séculos XI e XII foram marcados pelas cruzadas, por mais que tenham sido fracassadas em sua missão principal que era reconquistar a Terra Santa das mãos dos muçulmanos, as nove cruzadas e os vários anos de guerra, gerou riqueza e miséria para alguns, alguns territórios acabaram de fato sendo conquistados pelos cruzados, e isso permitiu que portos antes não acessíveis para os mercadores cristãos, agora lhes fosse acessíveis; Segundo, o comércio a partir do das primeiras décadas do século XIII voltou a fluir cada vez mais nos principais portos da Itália, e logo foi se estendendo para outras nações de forma mais lenta. As cidades de Florença, Siena, Veneza, Gênova começaram a se destacar nesta época. Mas, nem tudo era uma paz duradoura. O historiador francês Fernand Braudel, demonstra em seus trabalhos, que a Itália vivenciou períodos de paz e prosperidade, e períodos de guerra e decadência, entre dos séculos XIV ao XVI. Foi neste contexto turbulento que Maquiavel escreve o seu famoso O Príncipe, e será em meio às guerras, que Leonardo da Vinci aparecerá por seu trabalho como engenheiro militar.
Se por um lado a guerra e a paz marcaram as diretrizes destas cidades pelos séculos seguintes, no setor econômico, militar, politico e financeiro, a influência para as artes veio de uma reforma realizada no setor educacional e se assim posso chamar, no campo da tradução, e no direito. O século XII, marca uma renovação no campo das letras, algo que ainda ficou restrito ao clero e a poucos nobres, em geral da nobreza aos pobres, grande parte da população europeia era analfabeta. Mesmo assim, houve uma crescente fundação de novas escolas (apenas os nobres e abastados podiam estudar nestas escolas), houve uma revigoração nas leis, passou-se a se utilizar cada vez mais os preceitos legislativos, executivos e judiciários do direito romano, até então o direito romano já era utilizado, mas este dividia espaço com o direito canônico que ainda permaneceria e o direito comum, ou seja, o direito referente a cada povo. A utilização do direito romano e a ampliação de sua abrangência contribuiu para acertar brechas nas leis, e problemas legais, já que cada povo queria ser julgado por suas próprias leis, e neste caso, na Europa medieval o poder e a legislação eram bem fragmentados. Mas, outro ponto interessante que vem deste fator e a importância dada aos políticos, a história e até mesmo a literatura romana, fatores que seriam resgatados mais tarde e originaria a Renascença política.
No campo da tradução, o acesso aos documentos árabes, conquistados na Península Ibérica ao longo da Reconquista e nas Cruzadas, ajudou a introduzir novos conhecimentos nos campos das ciências, literatura, filosofia e politica. Os árabes eram exímios compiladores, e copiaram muitos dos textos da Antiguidade, como dos gregos, romanos, egípcios, hebreus, persas etc. O conhecimento adquirido por estes passou as ser "compartilhado" com o Ocidente. 
Nas artes o estilo gótico predominaria no setor sacro, seja na arquitetura, pintura, iluminura, escultura etc. O gótico seria bem visível nas grandiosas e complexas catedrais medievais. Sua aceitação no gosto eclesiástico, e popular, barrou a expansão da arte renascentista em alguns locais. 


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